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26 de dezembro de 2012

Um Feliz e Santo Natal!!!



"É Natal! Um menino nos foi dado E a nós foi revelado O Plano de amor do Pai É Natal!
 E Jesus se faz criança
 E em nós nasce a esperança De reaprender a amar É Jesus, o Príncipe da Paz Sinal para os perdidos Astro que brilha mais É Jesus, mão forte do Senhor Consolo e ternura Do Pai olhar de amor" 
Letra C. Shalom



23 de dezembro de 2012

Mensagem de Natal




Recolhei-vos comigo no silêncio e na espera. Esquecei qualquer outra preocupação e entrai na quietude da oração. Vivei junto comigo estes momentos preciosos que precedem o nascimento do meu Divino Menino.


É a noite do Amor e da Luz.

É a noite da Reconciliação e da Paz.

É a Noite Santa.



Participai da alegria da vossa Mãe Celeste, que sente já chegado o momento da sua virginal maternidade. Para mim é como se estivesse longe tudo o que me circunda: a fadiga da viagem para chegar até Belém; o rumor da Caravana; a procura ansiosa para encontrar um lugar onde passar a noite; o doloroso estupor diante de cada porta que se fecha; a entrega confiante diante de uma pobre Gruta que se abre.



Como uma carícia, me envolve a delicada e afetuosa assistência do meu castíssimo esposo José. É ele que procura tornar o lugar mais hospitaleiro; é ele que prepara o berço dentro de uma manjedoura mais quente; é ele que procura um abrigo contra o rigor do frio; é ele que está ao meu lado e se une à minha grande oração; é ele que vê o céu abrir-se; é ele que contempla estupefato o prodígio e ouve o canto dos Anjos e sente a Paz que desce do Céu; é ele que abre a porta aos pobres e aos pequenos e recolhe os dons simples dos Pastores. Eu estou absorta em um êxtase profundo: abre-se para mim o rosto do PAI e contemplo o Divino Mistério do Seu Amor Misericordioso; o Verbo, que tomou forma de homem no meu seio virginal, como Menino recém-nascido torna-se presente nos meus braços maternos e eu O cubro de beijos e lágrimas; o ESPÍRITO SANTO contempla satisfeito o Seu Fruto.




UM SANTO E FELIZ NATAL

8 de janeiro de 2012

Na Epifania do Senhor

Não há muito tempo, tive ocasião de admirar um baixo-relevo em mármore que representava a cena da adoração do Menino-Deus pelos Magos. Emoldurando esse baixo-relevo, viam-se outros: quatro Anjos, cada um com um símbolo _  um diadema, o mundo coroado pela Cruz, uma espada, um cetro. Foi assim que alguém ilustrou plasticamente, com símbolos bem conhecidos, o acontecimento que hoje comemoramos: uns homens sábios _ a tradição diz que eram reis _ prostraram-se diante do Menino, depois de perguntarem em Jerusalém: Onde está O Rei dos judeus que acaba de nascer?
Instado por esta pergunta, eu também contemplo agora Jesus reclinado em manjedoura, num lugar próprio para animais. Onde está, Senhor a Tua realeza: o diadema, a espada, o cetro? Pertencem-lhe, e Ele não os quer; reina envolto em panos. É um Rei inerme, que se apresenta indefeso; é uma criança. Como havemos de recordar estas palavras do Apóstolo: Aniquilou-se a si mesmo,tomando a forma de servo?
Nosso Senhor encarnou-se para nos manisfestar a vontade do Pai. E eis que já do próprio berço nos instrui.
Identificar-se com O Cristo não é meta fácil. Mas também não é difícil, se vivermos como O Senhor nos ensinou, se recordarmos diariamente à Sua Palavra, se impregnarmos a nossa vida da realidade sacramental _ a Eucaristia _ que Ele nos deixou em alimento, porque o caminho do cristão é andadeiro, como lembra uma antiga canção da minha terra. Deus chamou-nos clara e inequivocadamente. Como os Reis Magos, descobrimos uma estrela _ que é a luz e rumo _ no céu da nossa alma.
Vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo.





das homilias de São Josemaría Escrivá

30 de dezembro de 2011

É tempo de Nazaré

   Deus, para nos salvar, veio a nós, misturou-se a nós, viveu conosco,  no contato mais familiar e mais estreito, da Anunciação à Ascenção. Para a salvação das almas, Ele continua a vir a nós, a si misturar conosco no contato mais estreito, cada dia e cada hora na Santa Eucaristia. Assim, devemos, para trabalhar pela salvação das almas, ir até elas, misturar-nos a elas, viver com elas em catato familiar e estreito.
    Toma como objetivo a vida de Nazaré, em tudo e por tudo, em sua simplicidade e em sua amplitude, nada de traje, como Jesus de Nazaré, nada de habitação longe de todo lugar, como Jesus em Nazaré, nada de grandes espaços, não menos de oito horas de trabalho por dia, como Jesus em Nazaré, nada de grandes despesas, nem grandes esmolas, mas sim de extrema pobreza em tudo, como Jesus em Nazaré.
    Jesus nos diz: "Em Nazaré, passo os anos da minha infância da minha adolescência, da minha juventude... É por vosso amor que ali levo a vida... Que vos ensino? Eu vos ensino a viver do trabalho de vossas mãos para não depender de ninguém, e ter o que dar aos pobres, e dou a este tipo de vida uma beleza incomparável, que nenhuma outra tem, que não seja operário evangélico, aquela de imitar-me... Aqueles que vivem do trabalho de suas mãos e aqueles que, pregando o Evangelho, vivem de esmolas, imitam-me.
    Quando voltas a Nazaré, Senhor Jesus, as pessoas que Te haviam conhecido ficam atônitas de espanto. Como um homem comum, que vivia como os outros jovens da cidade, pode falar assim?  "De onde lhe vem isto? E esses milagres  realizados por suas mãos? Não é Ele o carpinteiro filho de Maria? (Mat 6,2-4)
     Tua vida em Nazaré , Senhor Jesus era tão comum que o Evangelho não consagra a ela mais que duas linhas. Tudo que podemos afirmar é que não era a vida de um eremita do deserto mas sim a de um artesão da cidade. E, se foi qualificada oculta, é porque não manifestava externamente teu caráter divino, como farás no curso de Tua vida pública, é porque nada deixavas transparecer desse mistério que Te habitava e que fazia de Ti bem mais que o carpinteiro que levava as tábuas pelas ruas da cidade. Passavas por um homem comum: pensava-se saber de Ti! Mais tarde, exclamarás: "Vós me conheceis e sabeis de onde sou?" (Jo 7,28)
     Como Tu estás próximo de nós , Senhor Jesus, próximo de um operário de fábrica ou de um empregado de escritório, próximo daquele que ganha a vida pelo seu trabalho, sentindo à noite o casaço do dia. Devias discutir o preço com os clientes ou às vezes sentir a inquietude do desempregado que não encontrou trabalho. Tinhas contato com Teus primos, vizinhos, Teus amigos; partilhavas as alegrias e tristezas de uma cidade onde todo mundo se conhecia; participava das festas, como das Bodas de Caná, comparecias frequentemente à sinagoga. Como essa vida é próxima da nossa! Tua vida de Nazaré..."pode ser vivida em todos os lugares: vivia-a no lugar mais útil para o próximo."
    Seguindo-Te e imitando-Te, Senhor Jesus, podemos viver nossa vida de todos os dias, um pouco como se estivéssemos em Nazaré, diante da Santa Virgem e de São José, aos pés de Jesus. Quer estejamos no jardim, quer na garagem, quer na cozinha, quer diante do computador ou da máquina de lavar, quer manejando o martelo ou a vassoura, transportemo-nos em espírito de Nazaré.
    Que o irmão sacristão realize seu trabalho com a fé o espírito interior, a contínua comtenplação, o amor ardente da Santa Virgem, varrendo o quarto, mantendo a luninosidade, cuidando da roupa e da vestimenta, limpando o pequeno mobiliário de seu divino Filho.
   Aqueles cujo  trabalho é sobretudo intelectual deverão acrescentar, ao menos alguns instantes por dia, um trabalho manual baixo e humilde, para se engrandecer por esta imitação do "artesão filho de Maria", para 1 alguam coisa do Santo Evangelho, para compreender o Evangelho, que se compreende não ao ouvir, mas ao praticar.
    É,  então, o tempo do testemunho, o tempo de pregar Evangelho em silêncio, como Jesus em Nazaré, que era Salvador desde o primeiro istante de Sua vida terrestre. É o tempo das relações humanas, o tempo da amizade, como para Jesus,que, "para nos salvar misturoui-se a nós, viveu conosco no contato familiar e mais estreiro".Ó misteriosa e admirável continuidade, da encarnação à Eucaristia e da Eucaristia até a nossa conduta entre os que nos cercam! Três vezes repito, o "viver com" mostra nosso dever. Em cada um de nós, Senhor Jesus , Tu prolongas Tua presença entre os irmãos da maneira que estavas presente em Nazaré, partilhando o trabalho e a vida comum dos Teus concidadãos. Salvava-os em silêncio pelas Tuas preces, pelo Teu espírito de penitência e sacrifício. Tu lhes falavas em silêncio pela Tua vida, pela Tua bondade, pela Tua amizade.
    O grande desejo de amizade que deve ter em relação a todos os seres humanos, indo a ele simplesmente porque são amados e porque disso se quer dar-lhes testemunho gratuito, quer dizer, sem esperar nenhum reconhecimento ou resultado...mesmo de apostolado.
("15 dias de oração com Charles de Foucauld" - Michel Lafon)

28 de dezembro de 2011

Santos Inocentes, mártires

      Os Santos Inocentes são as crianças que assassinados em Belém, depois que Jesus nasceu. Fato histórico, registrado no Evangelho de São Mateus, capítulo2. Essas crianças foram massacradas a mando do Rei Herodes que, se sentido ameaçado de perder o reinado pelo cumprimento da profecia sobre o nascimento do Messias, mandou matar todos os meninos menores de dois anos. Segundo a tradição, um dos próprios filhos de Herodes também foi assassinado.
      Durante os séculos, na arte, na poesia e na piedade popular, sentimentos de compaixão envolveram a memória deste "tenro rebanho de cordeirinhos imolados"; tais sentimentos sempre acompanhados de um movimento de indignação pela violência com que eles foram arrancados dos braços de suas mães e entregues à morte.
      Também em nossos dias,  lembramos as crianças que sofrem inúmeras formas de violência, que atentam à vida, dignidade e moralidade, sem contar a multidão de crianças ainda não nascidas, que são trucidadas através do aborto.
       Desde o século VI, a Igreja celebra no dia 28 de dezembro a memória destas crianças e os classifica como mártires.

                                                                                                 (Informativo da Associação C. Sol de Deus, dez/11- nº 115)

                                                                           

24 de dezembro de 2011

Divino Menino Jesus: abençoai-nos!

                                 Coroinha do Menino Jesus
      Esta "coroinha" deve a sua origem à venerável religiosa carmelita Margarida do Santíssimo Sacramento, falecida em 26 de março de 1648, em Beaume (França), na idade de 27 anos.
        
        Irmã Margarida tornou-se celebre pela sua devoção ao Menino Jesus. Compôs, por inspiração Divina, um pequeno rosário constituído de 3 Pai-Nossos em honra a Sagrada Família, e de 12 Ave-Marias em memória dos 12 anos da infância de Jesus.

        Jesus mostrou à dedicada serva o quanto esta prática lhe era agradável: f êz-lhe ver, numa revelação, estes pequenos terços brilhando com uma luz sobre natural, prometendo-lhe que a quem trouxesse e recitasse com devoção, daria graças especiais, sobretudo de pureza e inocência.

         A recitação desta coroinha obtém prodígios de graças espirituais e temporais e é um poderoso escudo contra os espíritos infernais.

                                                 Maneira de rezar a coroinha

         Beijar a medalha ou imagem dizendo:

         Divino Menino Jesus,abençoai-nos.

 Nas três contas grandes rezar:
 E o Verbo se fez carne e habitou entre nós.
 Pai-Nosso...
 Nas doze contas pequenas:
 Ave-Maria...
 Depois das 12 Ave-Marias, termina-se beijando novamente a imagem dizendo:
 Divino Menino Jesus, abençoai-nos.

    "Senhor Jesus Cristo, em honra dos doze anos de Vossa Infância, afastai daquele que trazem e recitam esta coroinha, os demônios que espalham o mal; afugentai os inmigos tanto da alma como do corpo, livrai-os de todos os perigos da natureza e dos homens, protegei-os e fazei que cheguem com segurança ao porto da vida eterna.Amém."                                               

                                               Novena das Horas

Para ser feita em nove horas consecutivas, rezando em cada hora:
    
                   " Menino Jesus, eu confio em em Vós".


Pai-Nosso... Ave-Maria... Glória ao Pai...

                                          Consagração
      Ó Divino Menino Jesus, verdadeiro Filho da Santíssima Virgem Maria, eu Vos saúdo, amo e adoro.
      Sob a proteção de Nossa Senhora e de São José, consagro-me inteiramente á Vós.

      Abençoai-me, ó meu Redentor, e ensinai-me a imitar Vossas virtudes e exemplos.
        Que o Vosso Sagrado Coração seja a minha força durante avida e o meu consolo na hora da morte. Amém.

23 de dezembro de 2011

No Presépio - parte II

SENTIDO DIVINO DO CAMINHAR TERRRENO DE  JESUS


 Ao falar diante do presépio, sempre procurei ver Cristo Nosso Senhor desta maneira, envolto em paninhos, sobre a palha de uma mangedoura ; e, enquanto ainda é Menino e não diz nada, vê-lo já como Doutor, como Mestre. Preciso considerá-lo assim, porque tenho que aprender d'Ele. E, para aprender d'Ele, é necessário conhecer a Sua vida: ler o Santo Evangelho, meditar no sentido divino do caminhar terreno de Jesus.

 Na verdade, temos que reproduzir a nossa vida a vida de Cristo à força de ler a Sagrada Escritura e de a meditar, à força de fazer oração, como agora estamos fazendo diante do Presépio. É preciso entender as lições que nos dá Jesus já desde Menino, desde recém-nascido, desde que seus olhos se abriram para esta bendita terra dos homens.

Jesus , crescendo e vivendo como um de nós, revela-nos que a existência humana, a vida comum e de cada dia, tem um sentido divino.Por muito que tenhamos considerado estas verdades, devemos encher-nos sempre de admiração ao pensar nos trinta anos de obscuridade que constituem a maior parte da vida de Jesus entre seus irmãos, os homens. Anos de sombra , mas para nós, claros como a luz do sol. Mais: resplendor que ilumina nossos dias e que lhe dá uma autêntica projeção, pois somos cristãos comuns, com uma vida vulgar, igual à de tantos milhões de pessoas nos mais diversos lugares do mundo.

Assim viveu Jesus durante [seus anos]: era fabri filius, o filho do carpinteiro. Virão depois os três anos de vida pública, com o clamor das multidões. E as pessoas surpreenderam-se: Quem é este? Onde aprendeu tantas coisas? Pois a Sua vida tinha sido a vida comum do povo da Sua terra. Era o faber, filius Mariae, o carpinteiro filho de Maria. E era Deus: e estava realizando a redenção do gênero humano;  e estava a atrair a Si todas as coisas.

(das homilias de São Josemaría Escrivá)

12 de dezembro de 2010

VENITE ADOREMUS

“E o Verbo Se fez carne e habitou entre nós, e vimos Sua glória...” (Jo 1, 14). Assim João Evangelista resumiu o maior acontecimento da história. De fato, a humanidade, mesmo os que não crêem, se moldaram ao ‘Antes e Depois de CRISTO’.

Não se sabe o dia exato que nasceu JESUS, apenas que, no século II, no dia 25 de dezembro, havia a ‘Festa do sol’, quando - no hemisfério norte - em meio ao inverno gelado, o sol voltava a aparecer, e com sua luz e calor vencia as trevas e o frio da neve. A Igreja encontrou nesta data, ótima ocasião para evangelizar e educar os povos pagãos, colocando novo sentido para esta festa; pois sendo CRISTO verdadeiramente o Sol de DEUS, veio iluminar o mundo que jazia nas trevas do pecado, e o abrasar com o Seu amor Misericordioso.


Mas hoje, a perda do ‘sentido do sagrado’ e da verdadeira piedade, está fazendo com que esta Festa Cristã seja substituída pela pagã, e o que devia ser guiado pelo ‘espírito do sagrado’, está sendo conduzido pelo ‘espírito do comércio’, que aliás, a inaugura bem antes, para alcançar mais lucro. A figura do ‘Papai Noel’ está sufocando a imagem do verdadeiro aniversariante: o Menino JESUS; principalmente na cabeça e no coraçãozinho das crianças. DEUS nos ajude para que daqui há algum tempo as crianças não passem a acreditar que quem nasceu no Natal foi o ‘Papai Noel’!


A figura do ‘bom velhinho’, surgiu na Alemanha em 1886, por um cartunista chamado Thomas Nast, foi espalhada pelo mundo inteiro em 1931, em uma campanha publicitária de refrigerante. Mas talvez poucos sabem que a inspiração deste personagem foi São Nicolau, um Bispo católico, nascido por volta do ano 280 d.C., na Turquia. O Bispo, caridoso, costumava ajudar as pessoas pobres, deixando saquinhos com moedas nas portas ou chaminés das casas. Mas longe de querer tirar o sentido dos ‘tradicionais símbolos natalinos’, como ‘Papai Noel’, Árvore de Natal, Panetones, Luzinhas pisca-pisca, etc., não podemos deixar de frisar que há um símbolo muito mais belo, e com muito mais sentido: o Presépio. 

Conta-se que em 1223, em Greccio, Itália, foi montado o primeiro presépio da história, por São Fancisco de Assis. Seu objetivo era explicar às pessoas mais simples como foi o nascimento de JESUS. Verdadeiramente o Presépio nos faz compreender que só em torno do Menino, o mundo pode encontrar a paz, a alegria, a luz, o sentido, a salvação.

“Existe um ser humano mais frágil do que um bebê recém-nascido? Uma habitação mais pobre do que uma gruta? Um bercinho mais simples do que uma manjedoura?”[2] No entanto, este pequenino indefeso, que repousa entre as palhas, é o Criador do Universo, o próprio DEUS, que veio habitar entre os homens; para viver como eles (exceto no pecado), e enfim, morrer no lugar deles, para salvá-los.


Em cada Natal temos a oportunidade de reviver este acontecimento singular, pois “não se trata apenas de uma recordação de fatos que pertencem ao passado; mas de uma realidade muito mais profunda, é antes o próprio CRISTO que vive sempre na Sua Igreja e que prossegue o caminho de imensa misericórdia por Ele iniciado, piedosamente, nesta vida mortal, quando passou fazendo o bem...”  [1]

 
“Se hoje, não vemos diretamente, como os pastores o Divino Menino repousando nas palhas”[2], entre Maria e José, entre o boi, o burro e as ovelhas, “contemplamo-Lo com os olhos da Fé, na Pequenina, Frágil, Imaculada Hóstia, que o sacerdote apresenta para a adoração dos fiéis; não ouvimos a voz dos Anjos entoando o Glória, mas chega a nós o convite da Santa Igreja: ‘Vinde, adoremos!’ Se grande foi a fé daqueles homens simples de crerem que aquele Pequenino, era o próprio DEUS, nossa fé pode alcançar grau mais elevado se considerarmos o mesmo DEUS, escondido na Eucaristia”. 


Que no esplendor desta Noite Santa, possamos verdadeiramente abrir nosso coração para que nele nasça o Menino DEUS, acolhendo-O com amor, apresentando nossas ofertas do ouro da caridade, o incenso da fé e a mirra da humildade. ‘Venite adoremus!’
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[1] Pio XII, Mediator DEI, n. 150.
[2]  Clara Izabel Morazzani Arráiz, Revista Arautos do Evagelho