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16 de julho de 2013

“Se tu vens, por exemplo, às quatro horas da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz.” (Antoine Saint Exupéry)


Muitos problemas surgem no casamento, quando cada um dos cônjuges não se conhece e não conhece bem o outro. Não temos o direito de mentir a nós mesmos.
A harmonia conjugal depende muito disso, algo que deve ser cultivado desde o namoro e o noivado.
Infelizmente muitos não namoraram como deveriam; isto é, não se conheceram; por isso, depois de casados se estranham; para alguns parece que se casou com um desconhecido (a).
A vida a dois é um contínuo conhecer-se. Ninguém ama a quem não conhece. Infelizmente, inúmeros casais chegam ao casamento sem se conhecer profundamente, o que dificulta o seu relacionamento e crescimento.
O ajustamento conjugal é algo dinâmico, crescente e que depende desse mútuo conhecimento. Estamos tratando com dois psiquismos vivos, complexos e que progridem. Um casal tem uma vida conjugal harmoniosa não quando não tem problemas, mas quando sabe enfrentá-los com maturidade e resolvê-los, sempre se valorizando, se respeitando e se conhecendo.
Sabemos que dentro de nós existe além do consciente, o inconsciente. Então, além de conhecer o próprio consciente, é preciso conhecer o do seu parceiro, com a ajuda dele. Caso contrário o entendimento e a cooperação mútua ficam dificultados.
Cada um de nós é um “mistério a ser revelado”, uma verdadeira caixa de segredos. Para que alguém nos conheça, é preciso que nós nos revelemos de maneira autêntica e sem fingimentos, sem máscaras. E nisso é preciso cuidado porque temos a incrível capacidade de mostrar ao outro aquilo que nós não somos.
No casamento, as máscaras caem com o tempo, então, para muitos começam as decepções e os desentendimentos. Já encontrei casais que não se conheciam profundamente, e que por isso se separaram. Viveram um relacionamento superficial antes do casamento e depois se assustaram quando os seus defeitos foram aparecendo. Esses defeitos sempre existiram em cada um, mas ficaram escondidos antes do casamento. Faltou-lhes o conhecimento mútuo, mais profundo, através do qual um soubesse a “história da vida do outro”, os seus problemas e as suas aspirações.
É fundamental que cada um conheça o passado do outro, pois toda a vida passada está gravada no nosso inconsciente e, de vez em quando, essas lembranças vêm à tona, influenciando o nosso comportamento e o do outro.
Se não se conhece a história da pessoa com quem se vive, como será possível compreendê-la, aceitá-la e ter paciência com ela? Quanto mais se conhece a pessoa, mais facilidade se tem de acolhê-la, perdoá-la e ajudá-la a crescer. Isso é essencial para o casal.
Muitas vezes rotulamos as pessoas de “chatas”, “antiquadas”, etc., simplesmente porque não as conhecemos bem; e assim cometemos muita injustiça. Se deixarmos a pessoa falar, contar a sua vida, suas lutas e problemas, o nosso ponto de vista sobre ela certamente mudará.
Para garantir um bom e verdadeiro relacionamento, é necessário que cada um saiba se calar e deixar que o outro conte “a história de sua vida”, de sua família, de seus pais, de sua infância… É preciso conhecer as horas amargas e as experiências difíceis que o outro viveu.
Se você quiser conhecer bem seu amado (a), então, conheça os seus pais, seus irmãos, seus hábitos, seus problemas, suas qualidades, etc. Conheça seu tempo de escola, seus dramas passados, seus medos, angústias vividas… Pois tudo isso está vivo nele ou nela.
É bom não esquecer que o seu cônjuge foi criado em uma família diferente da sua.
Cada um de nós leva para o casamento como um “inconsciente familiar”; tudo que herdamos de nossos pais e parentes. Não somos isolados em uma família, pertencemos a uma “constelação familiar” como as estrelas nas galáxias.
Infelizmente os casais se unem conhecendo-se pouco, e este conhecimento não cresce muito após o casamento. É preciso que um revele ao outro o seu mistério: as aspirações, os sonhos, as qualidades, os defeitos, os gostos… Enfim, tudo; porque tudo isso está bem escondido no inconsciente de cada um e será a matéria-prima do diálogo e do conhecimento do casal.
Nada pode ser escondido ou disfarçado. É lógico que cada coisa deve ser contada na hora oportuna e de modo correto, mas nada pode ser camuflado. Essa é uma das causas do sucesso no diálogo.
O essencial na revelação de si mesmo ao outro é que ela seja verdadeira. Jesus Cristo nos ensina: “a verdade vos livrará” (Jo 8,32). É importante conhecer as aptidões e os interesses do parceiro; quais são os seus impulsos mais fortes. Quais deles precisam ser mais trabalhados no outro e em você.
Muitos de nós trazemos recalques da infância e da adolescência; são os problemas que enfrentamos e que não foram bem resolvidos, deixando marcas profundas em nossas almas. Os castigos duros, as advertências ásperas, os medos apavorantes, as ameaças de violência, os conselhos errados, os abandonos sofridos, a superproteção, o lar desajustado, as brigas dos pais, as carências de amor, tudo isso pode ter deixado recalques em nossa alma, e não desapareceram.
Nosso comportamento de hoje tem muito a ver com o nosso passado. Por que sou tímido? Por que sou inseguro? Por que corro atrás do dinheiro de maneira desesperada? Por que me sinto perseguido? Por que tenho tanto medo? Por que não consigo fazer um carinho em minha esposa? Por que não gosto da vida sexual? Por que me sinto inválido, incompetente? Por que sou teimoso? Por que sou escandaloso? Por que tenho tanta necessidade de gastar? Por que sou tão vaidosa? Por que sou egoísta demais? Por que sou egocêntrico e quero tudo girando em torno de mim? Por que sou ganancioso? Por que sou tão inconstante?
Por que tenho inveja das pessoas que se saem melhor do que eu?Por que sou tão crítico e reclamo dos outros? Por que sinto raiva com facilidade?
Pode ter certeza que as respostas a essas perguntas e a muitas outras podem estar escondidas em seu inconsciente; e se você não se conhecer não poderá vencer isso; e além de sofrer faz o outro sofrer.
Quando se toma conhecimento das causas é mais fácil vencer os efeitos negativos.  Por isso não podemos fugir de uma autoanálise corajosa, sem preguiça de refletir e sem medo de enfrentar a nossa realidade e os nossos próprios problemas.
Não podemos ter medo de enfrentar os fantasmas da infância e da adolescência que se esconderam nos labirintos de nosso inconsciente. É preciso acender as luzes e colocá-los para fora com determinação. E é preciso que o seu cônjuge conheça isso para que possa te compreender e te ajudar.
A harmonia conjugal exige a integração harmoniosa dos impulsos que cada um traz para a vida a dois. Isso significa “crescer” a dois. Se isso não acontecer o casal pode ficar cansado um do outro, desencantados e até desanimados. Por exemplo, se um dos cônjuges é perfeccionista, tem o impulso de autoafirmação forte, precisa ser ajudado pelo outro para equilibrar esse impulso e não gerar uma úlcera nervosa.
Na caminhada longa do conhecimento mútuo através do diálogo, é preciso saber ouvir o outro com paciência para se poder entender exatamente o que ele quer dizer, e não haver o mal-entendido que gera muito conflito desnecessário.
O casal nunca pode perder de vista que tem uma missão: construir o outro.
Fonte: site da Editora Cléofas

26 de dezembro de 2012

A paz começa dentro de você



Geralmente em janeiro de cada ano ouvimos por toda  parte anúncios de vida nova, de um novo tempo, novas esperanças, mas no fundo tudo fica igual, porque não há mudanças realmente profundas e duradouras.
Para que aconteçam mudanças é preciso saber que temos três inimigos do qual devemos vencer para ganhar a batalha. Mas que batalha estamos inseridos? Sim estamos em uma guerra, onde nossa alma está em jogo, e muitas vezes alheios a esta verdade passamos a vida sorrateiramente, e quando demos conta tudo está um verdadeiro caos.
Nesta batalha o Primeiro inimigo a combater somos nós mesmos, o segundo é o próprio mundo com suas seduções e distrações e o terceiro o demônio.
Neste artigo vou ater-me ao primeiro inimigo, nós mesmos.
Quando podemos dizer que nosso próprio eu, se torna nosso inimigo?
Sou meu primeiro inimigo quando prefiro mentir para mim mesmo, jogando a causa de meus sofrimentos no outro, ou no passado, ou em alguma circunstância do presente. Não busco a verdade que é a porta para qualquer libertação. Prefiro mentir para mim mesmo a olhar para a responsabilidade em viver.
Então um ano realmente novo irá acontecer em minha vida. O perdão refrigera a alma, limpa o olhar, me torna mais parecida com Jesus. E desta forma o meu próprio eu deixa de ser meu inimigo.
Existe um método excelente, chamado oração de amorização, do Padre Alírio Pedrine. Ele usa de alguns recursos da psicologia para tornar esta oração eficiente. Devemos em oração imaginar a pessoa da qual precisamos perdoar (pai, mãe, avós, irmãos, amigos, etc.), usando ainda da imaginação convido-a entrar onde estou (se estou em meu quarto, por exemplo, imagino a pessoa entrando e se sentando), também uso desta imaginação ativa para pensar em Jesus Cristo, que não está ali pela imaginação, mas realmente, pois ele diz onde estiver reunidos em meu nome, ali estarei. Falo com a pessoa que preciso perdoá-la, e então vou descrevendo as mágoas e situações para ela, falo que a perdoo, mesmo que não sinto nada, preciso dizer, também peço a esta pessoa perdão pelos meus erros. Então olho para Jesus e peço que cure as feridas causadas pelas situações descritas e entrego cada ferida ao Senhor. Depois olho para a pessoa e a elogio procurando nela coisas positivas (é uma forma de refazer sua imagem destruída pela dor).  Agradeço e louvo o Senhor para encerrar a oração. Esta oração é uma pomada, que deve ser passada, ou rezada, até a ferida fechar. Escolho uma pessoa de cada vez para amorizar.
Sou meu inimigo quando me torno o maior empecilho para mudança de vida fechando-me nas feridas (fazendo delas um tesouro) não permitindo a redenção de Jesus Cristo tocar minhas dores, não ouço o Senhor bater a porta de meu coração para partilhar a vida em abundância. Quando não perdôo acumulo mágoas, feridas, e sem perdão não há cura real e profunda. Não é por acaso que Jesus ordenou que perdoássemos 70x 7, ou seja, sempre, sempre que for necessário, por toda a vida.
Luciana Ferreira
Logoterapeuta e Membro da Comunidade Sol de Deus

18 de dezembro de 2012

Exercício da Caridade




O amor é o centro da vida cristã e deve apresentar um crescimento constante para que não esmoreça e se apague.
Não basta apenas entender o mandamento do amor ao próximo e nem mesmo ter experimentado de modo entusiástico os seus impulsos. É necessário fazê-lo crescer, mantendo-o sempre vivo, ativo, operante. Isso acontecerá se soubermos aproveitar, com sempre maior prontidão e generosidade, as muitas ocasiões que a vida nos oferece todos os dias.
“Que o Senhor faça crescer e aumentar em vós o amor mútuo e o amor para com todos” (I Ts 3, 12).
Existe um perigo constante do individualismo e a superficialidade podendo um cristão se acomodar numa vida organizada e tranquila, mas fechada em si mesma.
Devemos sinceramente amar os irmãos na fé e, ao mesmo tempo, ir ao encontro de todos, sensibilizar-nos com os problemas e as necessidades de todos que cruzam os nossos caminhos. É característica da caridade saber acolher qualquer pessoa, lançar pontes, ressaltando o que há de positivo e unindo-se nos próprios desejos e esforços de realizar o bem, com todos aqueles que demonstram possuir boa vontade.
Saibamos ultrapassar as medidas medíocres e todas as barreiras provenientes do nosso sutil egoísmo. Sejamos tolerantes, pacientes, disponíveis para servir, misericordiosos diante das faltas verdadeiras ou supostas do nosso próximo e partilhemos os nossos bens materiais e espirituais.
Façamos então o exercício da caridade neste tempo do Advento para que no Natal, possamos manifestar nossa fé em Jesus Cristo e amarmos a todos os irmãos e irmãs sem distinção.
Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo e Sua Mãe Maria Santíssima,
César Mauad
Fundador e Coordenador

27 de novembro de 2012

Com que roupa eu vou?





Nossa Senhora, através do Movimento sacerdotal Mariano alertou sobre a dessacralização do templo santo de Deus.
Se prestarmos atenção vemos que iniciou esta profecia.
Primeiro há uma falta de amor, zelo, respeito e temor à presença real de Jesus Eucarístico. Com tristeza no coração presenciei inúmeras vezes, os próprios ministros da Eucaristia, tocar o corpo e sangue de Cristo como se fosse qualquer coisa, “objetos”, sem a reverência e o temor necessário para tal elevado serviço.
Outro aspecto desta dessacralização tenho percebido nas Santas Missas, no uso inadequado das roupas. Porque na Igreja vamos vestidos de qualquer maneira? Há pessoas que pensam que roupa de academia também serve para Igreja. Por acaso vamos fazer exercícios físicos de saia longa ou calça jeans? Então porque temos que ir de “Legging” na Santa Missa?
Se alguém vai a uma audiência com um Juiz, ou com o prefeito da cidade, não procura vestir-se com elegância e bom gosto? Mas quando vamos encontrar com o Senhor, O Rei , presenciar o grande sacrifício da cruz, estamos tão alheios e indiferentes...
O sagrado está sendo profanado.
O sagrado está sendo profanado também em nossos corpos, quando vestimos inadequadamente. O Beato João Paulo II , procurou em um dos seus inúmeros estudos aprofundar sobre o grande mistério em que o corpo humano está inserido. “Estudando o corpo humano – não como um organismo biológico e sim como uma teologia, como estudo de Deus. Ele dizia que o corpo não é divino, mas é sinal do mistério divino.
Ele afirma que o corpo é belo, bom, é um sacramento, ou seja, torna visível o mistério invisível de Deus, retrata nele a própria Trindade, e que nunca chegaremos a apreciar suficientemente o corpo, pois somos incapazes de avaliar toda a sua bondade (cf, teologia do corpo, p 22 24.)
O que fazer então.
Amar a Jesus Eucarístico, reparar todas as ofensas com que Ele é ofendido.
Revestir meu corpo com roupas que retratem este mistério escondido em vasos de barro.
Nossa Senhora da Pureza! Rogai por nós.

- West, Christopher. Teologia do corpo para principiantes. Uma introdução básica à revolução sexual por João Paulo II.Editora Myrian, Porto Alegre, 2008.


Luciana Ferreira - Logoterapeuta e Membro da Comunidade Sol de Deus

23 de outubro de 2012

Halloween ou Holywins?


Neste mês não poderíamos deixar de abordar sobre algo que tem se tornado muito popular no Brasil, o chamado “Halloween”, conhecido como “Dia das bruxas”.
Cada vez mais assimilam-se com muita rapidez elementos culturais de outros países e de outras religiões, incorporando-os em nossa cultura, sem fazer uma avaliação se realmente são bons para nós.
Muitos pais, educadores e demais segmentos da sociedade têm apoiado esta festividade, mesmo sem ter consciência do seu significado, promovendo-a e estimulando as crianças a vestirem-se de bruxinhas, vampiros, diabinhos, etc.
Igualmente, no meio jovem, tem crescido o número destas festas, sendo que o comércio aproveita o período para aumentar seus lucros, claro!
Mas, afinal, como isto surgiu?
Por volta do século VI, o Papa Gregório III instituiu, no dia 1º de novembro, a “Festa de todos os santos”. E como toda grande Festa, esta também tinha a sua vigília, ou seja, começava com uma Celebração no dia anterior.
Essa vigília, que no inglês antigo era chamada “All Hallow's Eve” (Vigília de Todos os Santos) passou depois pelas formas “All Hallowed Eve”, “Hallow Evening” (noite sagrada), “All Hallow Een”, “Hallowe’en” - até chegar à palavra atual “Halloween”.
Outro acontecimento que era celebrado na mesma data, mas totalmente diferente desta Festa cristã, originou-se com os Celtas, um povo pagão que habitou a região da Irlanda entre os anos 600 a 800 a.C.
Eles acreditavam que na noite do dia 31 de outubro - que marcava o final do verão e a última colheita do ano - os espíritos dos mortos voltavam para visitar seus antigos lares e pedir comida. Além disso, os “druidas” - sacerdotes pagãos deles - invocavam o “deus da morte” para consultá-lo sobre o futuro, saúde, prosperidade, morte, etc.
Mesmo após a evangelização cristã deste povo, nem todos renunciaram aos costumes pagãos, a conversão não foi completa; e a coincidência cronológica das duas festas, fez com que se mesclassem. Assim, em vez de recordar os bons exemplos dos santos e orar pelos antepassados, enchia-se de superstições sobre a morte e os defuntos.
Mais tarde, alguns imigrantes irlandeses introduziram o “Halloween” nos Estados Unidos, onde aumentou cada vez mais a crença em bruxas, fantasmas, duendes, etc. E para ganhar simpatia, como sendo uma festa para crianças, juntou-se o costume de usarem fantasias de bruxinhas, de abóboras, etc., e o chamado “trick or treat” - para distribuição de doces.
Se analisarmos o modo como o “Halloween” é celebrado hoje, veremos que pouco tem a ver com suas origens: só restou uma alusão aos mortos, mas com um carácter completamente distinto do que tinha no início.
Além disso foi sendo pouco a pouco incorporada toda uma série de elementos estranhos tanto à “Festa de Finados” como à de “Todos os Santos”. O antigo costume anglo-saxão roubou o estrito sentido religioso, e por trás de algo aparentemente inofensivo, existe toda uma trama de retorno ao paganismo.
“Halloween” tornou-se uma celebração completamente contrária à mensagem cristã. E muitos jovens, por falta de informação, ou por estarem distantes da Palavra de Deus, acabam deixando-se enganar pela mentalidade ocultista que ronda estas Festas - muitas delas, “Festas Rave”- e acabam se envolvendo com seitas ocultas e satânicas.
Sabe-se que atualmente, muitos grupos satanistas e ocultistas tem o dia 31 de outubro por sua data mais importante, e realizam missas negras, e outras reuniões relacionadas com o mal e o ocultismo.
São Paulo já dizia: “Porque virá tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação. Levados pelas próprias paixões e pela curiosidade de escutar novidades, ajustarão mestres para si. Apartarão os ouvidos da verdade e se atirarão às fábulas” (2Tm 4,3-4).
Diante de tudo isto é muito importante manter a firmeza da fé para saber lidar com estas situações, já que às vezes nas escolas é difícil escapar de tais festividades. Assim, faz-se necessário a iniciativa de buscar outras opções, que, não impedindo a possibilidade de diversão, estão de acordo com os valores que professamos.
E uma ótima opção para os jovens cristãos, é o chamado “Holywins - a santidade vence!”, um evento com muita música, louvor e adoração, que surgiu na França em 2002. Sua finalidade é retomar e assumir a celebração de “Todos os Santos” com seu real significado, exaltando os valores cristãos.
Vamos divulgar e promover o “Holywins” nas escolas, faculdades e em nossas Comunidades, festejando a vida e não a morte, pois quem festeja a morte vive nas trevas e nós cristãos devemos viver na luz; e essa luz é Jesus: "Eu sou a luz do mundo, quem vem a Mim não andarás nas trevas" (Jo 8, 12).
           Fontes:
-> www.holywins.com.br
-> http://blog.cancaonova.com/bemdahora/?s= holywins&search=Buscar
-> www.acidigital.com/controversia/halloween.htm
-> www.catequisar.com.br/texto/materia/fe/53.htm
-> http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_das_bruxas