11 de abril de 2018



Esta história que eu vou contar deu-se com um sacerdote que eu conheci e que já partiu para a eternidade:


Certa senhora que frequentava determinada paróquia, cujo nome omito aqui, dizia ao povo que a confissão era uma coisa do passado e que ela confessava-se diretamente a Deus. Ora, o caso chegou aos ouvidos do Pároco. De fato, a senhora era já conhecida por dizer a todos que bastava confessar os pecados a Deus, não era preciso dizê-los ao padre. Certo dia, para escândalo da comunidade, ela entrou na fila da comunhão. Ouviu-se então a voz forte do Pároco, lá na frente: Ei!!! A Senhora aí!!! Não diz que se confessa diretamente com Deus, pois saia da fila e vá também pedir a comunhão diretamente a Ele!!!!

Agora a sério... até porque a história é verídica

Se Deus quis que a comunhão viesse até si por um sacerdote, quis também que o perdão fosse recebido através dele. É um mistério, mas os sacerdotes não estão no confessionário por gosto ou curiosidade, mas pelo mandato de Nosso Senhor Jesus Cristo que deu esse poder ao seus, soprando sobre eles e dizendo: "Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados, ficarão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ficarão retidos" (Jo 20 22-23).


Fonte: Pe. José Manuel Victorino de Andrade, EP